Onde fica Alter do Chão
Alter do Chão é uma vila do município de Santarém, no oeste do Pará, na margem direita do rio Tapajós. Ficou conhecida como o Caribe da Amazônia pelas praias de areia branca e água doce, morna e transparente que aparecem quando o rio baixa.
Na frente da vila fica a Ilha do Amor, o cartão-postal de Alter. Rio acima e no vizinho rio Arapiuns estão dezenas de outras praias, comunidades ribeirinhas e trechos de floresta preservada.
Como chegar
O jeito mais prático é voar até o aeroporto de Santarém, que recebe voos de capitais como Belém, Manaus e Brasília. Do aeroporto até Alter do Chão são cerca de 35 km, uns 40 minutos de carro.
Também dá para chegar de barco, pelos rios Amazonas e Tapajós, saindo de Belém ou Manaus. A viagem é longa, mas é uma experiência à parte.
Nas viagens da Tapajó o traslado entre o aeroporto e Alter já está incluso.
Quando ir: seca e cheia
Em Alter do Chão o calendário é dado pelo rio. A diferença entre a cheia e a seca muda completamente a paisagem.
Para praia, a melhor época vai de agosto a dezembro, com setembro marcado pelo Festival do Sairé. Para ver a floresta alagada e navegar entre as árvores, venha na cheia, como na Semana Santa dos Encontros.
O que fazer em Alter do Chão
Ilha do Amor
A faixa de areia em frente à vila, a poucos minutos de canoa. Melhor no fim de tarde.
Rio Arapiuns
Praias de areia branquíssima e comunidades com turismo de base comunitária. Vale um dia inteiro de barco.
Ponta do Cururu
Ponto clássico para ver o pôr do sol sobre o Tapajós e, com sorte, os botos.
Floresta Nacional do Tapajós
Unidade de conservação com trilhas e samaúmas gigantes, algumas com mais de 40 metros de altura.
Lago Verde
Lago ao lado da vila, bom para canoa e para ver a floresta alagada na cheia.
Encontro das águas
Em Santarém, o Tapajós, esverdeado, encontra o Amazonas, barrento, e os dois correm lado a lado sem se misturar.

Quantos dias ficar
Três dias dão conta do essencial: Ilha do Amor, um dia no Arapiuns e um pôr do sol de barco. É o que fazemos no Alter Weekend.
Com cinco a sete dias dá para dormir no barco, visitar a Floresta Nacional e conhecer comunidades com calma. Veja as experiências da Tapajó e as próximas saídas.

